quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Vapor Minas 1897

O MINAS era um navio de 2.964 toneladas de peso, de 331.4 ft de extensão e 40.1 ft de largura (101m x 12.22m), uma chaminé, dois mastros, hélice única, velocidade de 12 nós. Dispunha de acomodação para 60 passageiros de 1ª classe e 900 de 3ª classe.



Este navio trouxe meu tataravô Zambelli ao Brasil com seus 6 filhos em novembro de 1897 para o Porto de Santos, e pesquisando na Internet sobre ele, achei uma lista de passageiros do mesmo ano, mas de outra viagem, que trouxe a família Galletti, ancestrais da minha avó Elisa Galletti. Descobri também, que todas as embarcações rumo ao porto de Santos vindas da Itália, possuem listas de passageiros hoje nos registros das Igrejas Mórmons, e consegui-las é um bocado trabalhoso, diferente das listas de passageiros que desembarcavam no Rio de janeiro ou em Minas... está tudo na Internet.

DO LIVRO 059 PAGINAS 146/160 DE REGISTRO DE IMIGRANTES DA HOSPEDARIA DE SÃO PAULO.
EMBARCADOS EM NAPOLI EM 23/06/1897, DATA DE DESEMBARQUE 15/07/ 1897, NO PORTO DE SANTOS

207 FAMÍLIAS


BARION
CERESA
NEGOLLI
VINCENZI
ZENEZINI
MANARO
CAVALLINI
TITTOTO
BALZI
VALIGI
BESSEGATO
VITTORI
ROSSI
FONTANINI
CITTI
VERNIER
MASSARUTO
ANDREANI
ZANARDO
MICHELOTTO
SIMONATO
COLEPPI
PRANDINI
STORTI
BONAZZI
GIRARDI
DREGAGNO
VALCASARA
GHEODIN
BOARETO
MONTEGOZA
TOSO
MAGIOLINO
SALVIERI
RINALDINI
FELICETTI
ERNACOVA
BOVO
FRONZA
DADOS
PANIZZA
DAMIANI
COGO
BONETTI
GREGORI
MAGNANI
BAGNARA
ZANON
DANIELI
PAVESE
BISCONDI
SBRAGI
CABIANA
ARNOLDI
VOLPI
OLIANA
BOMBINO
BORGHI
PATTI
GROCIFFO
SIORTINO
LE ROSE
ROMANO
AUDO
TRINFIO
MORELLO
CHIRICO
CARBONE
URRARO
PACCE
MARZOCHI
CANGIANO
FIORE
SPISSO
LENZI
ARCCAGNA
BARRELLA
FURNO
COSTANZO
BELPASSO
AVERSA
DI BERNARDO
BLUSO
DIGAETANO
DI NICOLA
SACRINI
CAPELLETI
GIANINI
DI MUZIO
SILVANI
PELEGRINETTI
SANTONI
MORETTO
RISO
DI LELLO
MARTUCCI
LA FRAGOLA
STANZIONE
SICIGNANO
FINELLI
PARISI
PARIELLO
SALVATORE
PARISI
RIVELLI
AMMIRABILE
ROSA
DIMA
CARONTENUTO
D'APICE
CHERCHIA
MELLINO
NIGRO
DI STASIO
CIRIELLO
REALE
BARLETTA
CIAREMELLA
CARFORA
GREGO
SICA
MARCHIO
COLOSIMO
TESOMERO
CATAPANE
FARRO
FURTANZI
AURIEMA
PRISCO
GALLETTI
DE GIACOMO
RUGIERO
(RUBERTO NO BRASIL ROBERTO)
D'ANGELO
CIRILLO
PALERMO
CASCARELLA
CHIAO
DE LEO
FORTINO
IUELE
TURCO
AMMENDOLA
VITALE
CARNEVALE
CAPONIGRO
CAPONIGRO
FACENDO
ELEFANTE
RONDELLI
NOTA
ROCCO
TRIVOLI
BARBATO
GIANGRANDE
ARGENTO
ALTAMONTE
CAPUTO
PAPADOPOLI
DI SULLO
MOSCARIELLO
DE BELLIS
FERRARO
PINTO
TUZZOLO
FERRAIOLE
AIELLO
TRUGLIA
DI CARLO
MAGNOCAVALLO
MANFRA
FUSIGNO
SANTACROCE
CONQUISTA
VILLAPIANA
TRICHILLO
STALTERI
DE MARTINO
GLADIATORE
TESORIERO
JOZZO
FIORENTINO
DAMIANI
SPIZZO
RINALDO
MOZZA
BUSA
SIMORELLA
ANIBOMO
DE FROCHI
RIVA
PALLADORE
BONADIGO
PANAVELLO
ACCHINO
DINELLI
FONTANINI
GIULIANI
SIMONATO
BAGNARO
VECHIA
MOR
MAI
BONAZZI
DORTORA
PUGLISE
RONDELLI

Meu Tataravô, Agostino Zambelli

Agostino Zambelli, ou aqui no Brasil chamado de Luis Augusto Zambelli, veio para o Brasil com sua mulher Mercedes Zambelli, no ano de 1897.

Sairam do Porto de Gênova, na Itália, em 24 de outubro e chegaram ao Porto de Santos dia 16 de novembro de 1897, ele com 35 e ela com 38 anos, passageiros deo Vapor Minas, trazendo seus filhos:

Primo Zambelli, com 14 anos
Maria Zambelli, com 11 anos
Geobbe Zambelli, com 9 anos
Adamo Zambelli, com 8 anos
Giovanni Zambelli, com 6 anos (meu bisavô João Zambelli)
Luigi Zambelli, com 2 anos

Abaixo a lista de passageiros do vapor Minas e também um documento do Memorial do Imigrante, a lista está aqui graças a prima Rita Bolognesi, bisneta de João Zambelli, e o documento do Museu do Imigrante foi enviado pelo Tio William, filho mais novo de João Zambelli, fruto de seu segundo casamento...








sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Meu Bisavô João Zambelli

Hoje mais um pedacinho da história se encaixa na minha árvore! Através desse blog recebi o contato de uma prima de 3º grau, também bisneta de João Zambelli. recebi este documento e a informação de que meu bisavô João (Giovanni Zambelli) veio ao Brasil com 6 anos de idade, e nasceu em Mantova, na Itália, dia 26 de agosto de 1891. Casou-se com Maria Caldas, que logo faleceu, e casou-se novamente tendo mais um filho.



Segundo minha prima Rita, os Zambellis eram muito queridos na cidade de Osasco, e até hoje existem ruas em Osasco com nosso sobrenome: Rua João Zambelli, e Rua Dario Zambelli. (Dario era filho de Adamo, que era filho de Geobre, irmão de João Zambelli (meu bisavô).

E o que Dario Zambelli era (ou é) meu? não se se vive ainda...

1°: SOBRINHO DE SEU BISAVÔ 
2°: PRIMO DE meu avô Roberto Zambelli
3°: PRIMO DE 2°GRAU do meu pai José Roberto Zambelli
4°: e meu primo em 3º grau!!!

E sobre o Bisa João Zambelli...


Casou-se com Maria Caldas Zambelli e teve 7 (sete filhos):


Maria Zambelli (a Tia Mariinha), que se casou com Majorano e teve 4 filhos:
 Rita Pierrette Majorano Bolognesi, as gêmeas Maria Tereza (Zeza) e Maria Antonieta (Nheta) e o mais novo Felix



Maria Caldas 16/06/1893 à 05/07/1936, minha bisavó paterna.


Roberto Zambelli (meu avô), que se casou com Alice Vendramini e teve 3 filhos:
Nancy Zambelli, João Carlos Zambelli e José Roberto Zambelli (meu pai)

Lúcia Zambelli, que se casou com

Clovis Zambelli

Jorge Zambelli

Lázaro Zambelli

João Zambelli Filho (Zico)

Depois casou-se novamente após ficar viúvo, com a também viúva Thereza Bergantini Zambelli, tendo mais um filho:

Willims Zambelli, que casou-se com Therezinha Tersch e tem uma filha;
Monica Tersch Zambelli






A informação mais correta que possuo era que ele fumava um charuto muito fedido, meu pai não gostava muito de visitá-lo por causa do cheiro do charuto quando criança...

mas vou descobrir muito mais, em breve!

domingo, 26 de abril de 2015

A Família de Santo Vendramini

Certidão de Casamento de Santo Vendramini

Bom, vamos lá... ainda estou coletando dados mas aos poucos vou modificando esse capítulo.

Abaixo, seus nove filhos e casamentos, sendo que informações mais completas serão inseridas na árvore genealógica montada no www.familytree.com:

Alfredo Vendramini
se casou com Lucila, nome de batismo Catarina, e teve 3 filhos: Helga, Marcia e Mauro, todos vivos.

Julieta Vendramini
se casou com Benedito Placeres Queiroz (17.04.1906-  22.09.1965) e teve 1 filho Plínio e adotou Lurdes e Maria

Alice Vendramini 
se casou com Roberto Zambelli, adotando o nome de Alice Vendramini Zambelli, e teve 3 filhos: Nancy , José Roberto (meu pai) e João Carlos

Certidão Nascimento minha avó Alice Vendramini


Luiza Vendramini (02.10.1906 - 31.12.1983)
se casou com  João Batista Neiva (falecido em 29.07.1969), adotando o nome de Luiza Vendramini Neiva, e teve 3 filhos: Heloisa, Antonio e Geraldo

Carlos Vendramini
se casou com Deoclécia, e teve 1 filha Ana Lucia Vendramini

Waldomiro Vendramini
se casou com Iolina ou Olinda segundo os sobrinhos vivos) e teve 3 filhos, Rosana e ?

Ermelinda Vendramini
se casou Benedicto Ribeiro e teve 1 filha, Leda Vendramini Ribeiro. Ficou viúva muito cedo e depois teve outro relacionamento com Savério.

Ondina Vendramini (25.07.1916 - 12.05.1941)
se casou muito cedo, adotou nome de Ondina Vendramini Siqueira após casamento,  e faleceu muito cedo aos 25 anos de doença desconhecida (talvez Pneumonia), não deixou filhos.

Mario Vendramini
solteiro, bebia muito, abaixo certidão de óbito


E aqui o documento que me tirou o direito de ter a cidadania italiana por parte deste bisavô.... que peninha...

Naturalização de Santo Vendramini




Santo Vendramini, Ex-Combatente


Desfile de ex-combatentes de Jundiaí

Detalhes da imagem: Da esquerda para a direita - Armênio Almeida Souza, José Ferraz, Dr. Quinque Fortarel,  Sandro Vendramini, Lindolfo Paixão, Nelson Maselli, Haroldo Moraes (discursando) e José Barreto.

Local: Praça Marechal Floriano Peixoto.
Material: Documento iconográfico
Acervo Museu Histórico e Cultural de Jundiaí

Fonte: http://www.memorialdoimigrante.org.br/1932/home/



Biografia de Santo Vendramini, meu bisavô



O autodidata - de alfaiate a taxidermista


O presente esboço biográfico é uma honra, em exemplo e um estímulo de Jundiaí para o Brasil.

Santo Vendramini nasceu em Treviso, Itália, em 15 de agosto de 1885, e veio com dois anos de idade para o Brasil. Aprendeu ofício de alfaiate em São Paulo com José Carnicelli, na Rua São bento, aos quinze anos.

Montou alfaiataria própria em Jundiaí, funcionando por muitos anos. 

Aos 14 anos, caçou um frango azul na Fazenda dos Queiroz Telles, em Monte Serrate. Encantado com a peça, não queria desfazer-se dela, mas não sabia como prepará-la. A imaginação, madrinha da arte, deu-lhe a solução: encheu-o de algodão e pimenta e colocou-o no forno de pão, para secar. No dia seguinte o frango, meio sapecado, estava suficientemente desidatrtado para durar, com pimenta e tudo, por bastante tempo.

Chegou a vez depois de um chupim. E a sorte de Santo é que ambas as peças têm pele dura, que facilita a preparação; fôsse uma galinha...

Procurou livros que ensinassem taxidermia, mas foi em vão. Foi ao Museu Paulista com o velho Lima, para uma explicação; nada conseguiu.

São dois fatos que bem merecem ser conhecidos, eis que se repetem constantemente pelo Brasil. Gênios de estiolam, dormindo sobre seus sonhos, sem livros, sem estímulo, sem proteção.

Desamparado, não desanimou. Continuou esfolando caças e enchendo-as de toda espécie de venenos para conservar, desde sabão de cinza até arsênico, até que encontrou seu livro!!!

Foi colecionando, até fazer suas primeiras exposições em Jundiaí, na Rua Barão; no Grêmio da Paulista (beneficente); na 1ª Festa da Uva e em Sorocaba (1927).
"Receita" de embalsamação de Santo Vendramini

Quem vale, dá valor


Santo Vendramini pediu à mãe, que era florista, lhe preparasse um buquê de flores. Sobre o buquê, Santo Vendramini dispôs dois beija-flores pousados e três librando-se no ar... E os vendeu a um alemão e ficou famoso. Vendeu peças a Colégios da Capital e doou várias ao Museu Paulista, que lhe recusara iniciação.

Nisto, o Dr. Afonso d'Escaragnolle Taunay veio a Jundiaí fazer conferências. Santo Vendramini tinha preparado outra turma de colibris e, por mãos do Sr. Carlos de Sales Brock (?) os entrega em mãos, no Gabinete de Leitura Rui Barbosa, ao grande historiador. Tunay se encantou, presenteando-o com vários livros de taxidermia. Santo Vendramini progredi; levou-lhe peças para o Museu e em 1932 Taunay o chamou para preparar peças, sem compromisso de emprego, porque Santo não podia abandonar seu comerciozinho em Jundiaí.

Foi quando bateram no Horto da Paulista, no Pamplona, um gavião de penacho, gavião real, uiruçú, cutucurim, harpia, científicamente Harpia harpyja (L.), "o tipo da ave majestosa", no dizer de V. Ihering, "fácil de reconhecer à primeira vista", no dizer de Olivério Pinto.

Prontamente preparado pelo Vendramini, foi ofertado ao Museu Paulista, depois de estar exposto em sua casa, em Jundiaí. Jornais do Rio e de Jundiaí noticiaram o fato da "águia da Abissínia" abatida em Jundiaí, "spaventata dagli italiani".



  



Como é fértil a imaginação pseudocientífica de certas áreas!

Taunay viu a notícia, as fotos e o exemplar; chamou Santo Vendramini à capital e lhe entregou o título de colecionador, naturalista e taxidermista, com licença de caça e de pesca em todo o Brasil, recomendando-o às autoridades por onde passasse (em 1 de agosto de 1933).

Mas Vendramini, além do hobby, tinha nove filhos, fábrica de chapéus e moenda de café, e entre os quatro de balançava...

Santos e Belo Horizonte - o Instituto de Caça e Pesca


O Governo contratou-o para o Instituto em Santos. Dois dias após, porém, foi comissionado para iniciar o Museu de Belo Horizonte, tendo pesquisado material em Calado (Minas Gerais) com o botânico Rodolfo Heller. Daí foi para o Espírito Santo e Rio de Janeiro, regressando para Belo Horizonte. Volta a caiado, onde se acidentou com um tiro no braço, tratando a ferida com polenta em vez de linhaça, que não havia...

Carregado para Belo Horizonte, Israel Pinheiro o visitou na pensão, mandando interná-lo em um hospital. Vendramini ainda guardava a camisa perfurada a chumbo...

Santo voltou para São Paulo, e Israel Pinheiro insistiu para que voltasse com o ordenado "reforçado" a Belo Horizonte. Santo se recusou e retornou à Santos.

Impossibilitado de trabalhar, pediu demissão, e a levou pessoalmente à Capital, onde o Diretor, Dr. Paulo de Lima Correia, o mandou descansar, num gesto típico e nobre de Batatais, tranferindo-o para a Capital!

Reestabelecido, convidaram-no ao Museu Nacional, mas preferiu São Paulo, durante vinte anos, até se aposentar em 15 de agosto de 1955.

A serviço do Museu de Jundiaí, caçou em Mato Grosso: Aquidauana, Fazenda Rio Negro (do General Rondon), Porto Esperança, Três Lagoas, Campo Grande, etc.

Desceu o Rio Paraná, tendo estado em Porto Epitácio, três Irmãs, Guaira e no Rio Ivaí, o "paraíso das borboletas". Em Minas Gerais (no Rio das Garças) e no Rio Grande do Sul, em Pernambuco, na Bahia, no Amazonas, em Goiás e até ao Museu Goeldi, no Pará.

Peças e mais peças


Enriqueceu os Museus de Belo Horizonte, na Feira de Amostras Permanente, na feira de Amostras Permanente. O Instituto de Caça e Pesca de Santos. Em São Paulo, o Departamento de Zoologia, o Parque da Água Branca, Colégios de São Paulo e doações para Itapetininga, Mogi das Cruzes, Baurú...

Calcula ter montado para mais de mil exemplares em taxidermia! Além do serviço, era responsável em São Paulo pelos espécimes vivos da Água Branca, onde voltou ainda, com oitenta e um anos, a trabalhar!

Fez mais de uma dúzia de exposições por conta do Museu de Jundiaí, no interior do Estado. Lembra-se bem de Campinas e Piracicaba, duas em Belo Horizonte e três no Rio.




Pios e Armadilhas


Parece piada, mas não é! Santo Vendramini mete-se no mato, ouve um pio, volta à casa, toma um canivete e faz o pio. Volta à mata, pia, convence os pássaros e aves, mete-lhes uma bala, desmonta-os e leva-os à coleção, dando-lhes vida na montagem, com uma diferençazinha: não piam mais. Santo Vendramini é que continua a piar, com perfeição, perto da Tovaca dissecada, que parece ouvi-lo, convencida de que é tovaca piando ali, com oitenta anos e tudo, pela boca do Vendramini.

Conhece inúmeras armadilhas, umas tradicionais, outras de sua inventiva, realmente fecunda em  todo o setor; pois Santo Vendramini, quando alfaiate, fazia para o freguês, da mesma fazenda, o terno e o chapéu!

E, quando falta o fôlego, o artista ajusta um tubo de borracha ao pio, e, por meio de uma seringa de borracha, pia quanto quiser, sem se cansar. Tapeou, com esse truque, um caçador papudo (em quem não é?!) e deu muito o que fazer com seus falsos "grilos" aos lanterninhas do cinema de Jundiaí, com vinte metros de tubo, um pio na ponta e uma seringa na outra!

Digam, depois, que "nem todo Santo faz milagres" no Brasil. Em Jundiaí, fêz.


Fonte: Esse texto acima foi retirado do livro anuário do Museu de Jundiaí, pelo Pe. Antonio Maria Stafuzza, por volta do ano de 1967. Stafuzza é fundador, organizador e primeiro orientador do Museu Histórico e Cultural de Jundiaí, criado pela Lei nº 406, de 10 de junho de 1955, porém só foi inaugurado em 28 de março de 1965.

Os recortes de jornal foram gentilmente cedidos pela minha Tia Nancy Zambelli, minha tia paterna, neta de Santo Vendramini, filha de Alice Vendramini Zambelli (filha de Santo) e Roberto Zambelli,  

Daniela Stabile Zambelli, bisneta de Santo Vendramini.